Sala de imprensa
Tudo que um veículo precisa para escrever sobre a Procissão da Memória está nesta página, pronto para copiar. Os números são sobre a obra, porque é o que dá para conferir.
Release
Rascunho, e a pendência maior é a do catálogo. Nenhuma das 35 fichas de edifício teve a identificação confirmada pelo Paulo André, e é dele que dependem também a ficha técnica e o contato. Nada daqui deve ser copiado para um e-mail antes disso.
Procissão da Memória
Uma romaria pelo patrimônio, pela arquitetura e pela identidade de Belém
Belém do Pará, temporada 2025.
A Procissão da Memória é uma série de 10 episódios curtos que refaz o trajeto do Círio de Nazaré, da Cidade Velha à Basílica, parando em cada trecho para olhar o que está construído em volta da procissão. São 26 minutos no total, publicados entre 29 de setembro e 8 de outubro de 2025, na contagem regressiva para o Círio daquele ano.
A ideia está dita no primeiro episódio: no dia do Círio a cidade inteira fica enfeitada e todo olho vai para a berlinda, só que a festa não acontece no vazio. Ela acontece encostada em fachada de forte, de mercado, de palacete, de teatro, de arranha-céu. Essa cidade construída é o cenário que a procissão atravessa há mais de dois séculos.
Ao longo do percurso a série cataloga 35 edifícios. O mais antigo com data na ficha é o Forte do Presépio, de 1616, e o mais recente é o Arco do Círio, de 2008. São 8 estilos identificados: arquitetura do ferro, barroco, brutalista, colonial, eclético, modernista, neoclássico e neocolonial. Cada ficha traz o nome do edifício, o estilo e a época quando estão definidos, a autoria quando ela é conhecida, o trecho do percurso e a marca de tempo em que ele aparece no episódio.
O formato é dois apresentadores caminhando e apontando fachada. Ficha técnica: Paulo André Marques, idealização e apresentação; Bia Aflalo, apresentação; Júlia Leão, ilustração; Crown Produção, produção audiovisual; Pingo de Gente Belém, realização.
Os 10 episódios estão publicados no Instagram, em https://www.instagram.com/pauloamarques/
Contato de imprensa: A DEFINIR
Os números da obra
- 10 episódios
- 26 minutos no total
- 35 edifícios catalogados
- 8 estilos identificados
- Percurso coberto: da Cidade Velha à Basílica, o trajeto do Círio de Nazaré.
- Publicação: entre 29 de setembro e 8 de outubro de 2025.
- Estilos identificados: arquitetura do ferro, barroco, brutalista, colonial, eclético, modernista, neoclássico e neocolonial.
- Das 35 fichas, 10 ainda estão sem estilo definido e 10 ainda estão sem época. Aparecem assim no índice, sem preenchimento.
Não há número de público nesta página. Os dados de perfil do projeto não estão publicados, e número que não dá para conferir não entra.
Os 10 episódios
Cada episódio tem duas portas: o post original no Instagram, que é onde o vídeo mora, e a página do trecho aqui no site, com o texto, o still e a lista de edifícios daquele pedaço do caminho.
- 01. O conviteVer no InstagramPágina do trecho
- 02. Onde Belém começouVer no InstagramPágina do trecho
- 03. O Ver-o-Peso e a cordaVer no InstagramPágina do trecho
- 04. A avenida que ficou modernaVer no InstagramPágina do trecho
- 05. Da pólvora ao Theatro da PazVer no InstagramPágina do trecho
- 06. O primeiro arranha-céu da AmazôniaVer no InstagramPágina do trecho
- 07. Tradição e transformaçãoVer no InstagramPágina do trecho
- 08. O Largo do RedondoVer no InstagramPágina do trecho
- 09. O penúltimo quarteirãoVer no InstagramPágina do trecho
- 10. A chegadaVer no InstagramPágina do trecho
Ficha técnica
| Nome | Função | |
|---|---|---|
| Paulo André Marques | Idealização e apresentação | perfil |
| Bia Aflalo | Apresentação | perfil |
| Júlia Leão | Ilustração | perfil |
| Crown Produção | Produção audiovisual | perfil |
| Pingo de Gente Belém | Realização | perfil |
Os nomes vieram dos créditos do post de lançamento. As funções são leitura nossa e ainda não foram confirmadas pela equipe.
Kit de imagens
Um quadro por episódio, 10 ao todo. O link abre o arquivo.
São quadros extraídos do vídeo publicado, no formato vertical em que a série foi feita. Não existe versão em resolução maior enquanto os arquivos de gravação originais não aparecerem.
Licença: uso livre para fins jornalísticos, com crédito a Procissão da Memória.
Episódio 01, O convite720 por 1280
Episódio 02, Onde Belém começou720 por 1280
Episódio 03, O Ver-o-Peso e a corda720 por 1280
Episódio 04, A avenida que ficou moderna720 por 1280
Episódio 05, Da pólvora ao Theatro da Paz720 por 1280
Episódio 06, O primeiro arranha-céu da Amazônia720 por 1280
Episódio 07, Tradição e transformação360 por 638
Episódio 08, O Largo do Redondo720 por 1280
Episódio 09, O penúltimo quarteirão720 por 1280
Episódio 10, A chegada720 por 1280
Três sugestões de pauta
Ganchos, não matérias prontas. O que está descrito aqui é o que existe no material, e nada além disso.
Os edifícios por onde passa uma das maiores manifestações religiosas do mundo, e ninguém olha
O Círio tem trajeto fixo e conhecido, e esse trajeto é uma fileira de patrimônio que a cidade atravessa sem parar para ver. A série vai justamente aí, prédio por prédio.
O que o veículo encontra: 35 fichas com o nome do edifício, o estilo e a época quando estão definidos, a autoria quando ela é conhecida, o trecho e a marca de tempo em que o prédio aparece no episódio. Cada linha do índice tem endereço próprio e pode ser citada.
O que o trajeto do Círio guarda de arquitetura, de 1616 ao modernismo
A linha do tempo começa no Forte do Presépio, de 1616, onde Belém começou, passa pelo barroco da Igreja de Santo Alexandre, pelo neoclássico do Theatro da Paz, de 1878, pelo ferro do Mercado do Ver-o-Peso, de 1901, e termina nos prédios modernistas da Avenida Presidente Vargas, das décadas de 1940 e 1950.
O que o veículo encontra: O índice ordenado por época, que lê a cidade em linha do tempo, e 392 anos entre o edifício mais antigo com data na ficha e o mais recente.
Restauro no caminho da berlinda: o que muda de um Círio para o outro
O trajeto não é cenário parado. O episódio 5 registra o Cine Olympia, de 1912, com a fachada original em restauro, e conta que o Grande Hotel, eclético, foi demolido nos anos 1970 para dar lugar ao prédio que hoje abriga o Princesa Louçã.
O que o veículo encontra: Um registro datado do percurso em 2025, com marca de tempo por edifício, que serve de ponto de comparação para quem voltar ao mesmo quarteirão no próximo Círio.
Contato
Falar com Paulo André Marques, que idealiza e apresenta a série.
E-mail: A DEFINIR
Instagram: https://www.instagram.com/pauloamarques/